Agora é carnaval, fim das regras;
Novas máscaras, mais serpentinas, entre serpentes.
Pessoas que não pensam no amanhã, bebendo, transando hoje, e por quatro dias.
Todos dançando a dança do desemprego.
Todos esquecem, o nojo da politica.
Quatro dias pra esquecer. . .
Eu vou ficar em casa. . .
Usando a mascara que uso o ano inteiro a vida inteiro.
Uma mascara que não cobre lágrimas, nem me esconde da solidão.


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