Uma chuva de rosas negras.
Meu jardim todo morreu.
Lágrimas de sangue, nos meus olhos.
Não vejo, como não vejo onde, não entendo por quê.
Mãos trêmulas, taças vazias.
Vontade de largar de tudo e sumir.
Sempre que penso nisso, me lembro;
Não tenho nada, nem ninguém pra deixar pra trás.

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